http://www.monica.com.br/cgi-bin/load.cgi?file=news/welcome.htm&pagina=../../mural/circodossonhos.htm
sexta-feira, 11 de março de 2011
Dica de site
http://www.monica.com.br/cgi-bin/load.cgi?file=news/welcome.htm&pagina=../../mural/circodossonhos.htm
terça-feira, 1 de março de 2011
Estamos de Volta!!!
A escola tem a satisfação de informa a comunidade, que o Programa de Informática na Educação voltou a atuar na nossa escola!! Logo a sala de informática será utilizada novamente como uma ferramenta pedagógica para auxiliar os alunos no aprendizado. O laboratório funcionara numa sala nova, com muito mais espaço, cadeiras e mesas apropriadas, para propiciar o conforto e o bem estar dos nossos alunos durante as aulas. Em breve fotos da nossa nova instalação. Comente as nossas postagens!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Dia da Bandeira
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Natal ProInfo Educa
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Semana da Criança

Tivemos lanches diferenciados com os professores e funcionários servindo os alunos nas menas

Gincana com direito a "Dança das Cadeiras" dos professores.

Carrinho de mão humano.

Muita torcida!!!!

Competição de quem coloca e amarra o tênis mais rápido.

Apresentação dos alunos do CAIC tocando Violino!!!

Corte de Cabelo realizado pelos alunos da Escola Profissional de Palhoça.



Em breve mais fotos!!!!!!
terça-feira, 2 de novembro de 2010
O que é o dia dos finados?
Fonte: Que Dia É Hoje
No século IV, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século V, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano pelos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de Todos os Santos. O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.
Origem do dia de finados
Os finados, os falecidos, sempre estiveram presentes nas celebrações da Igreja e no Memento dos mortos no cânon da missa, desde os primórdios do Cristianismo. Porque então a liturgia cristã interessou-se pelos mortos também fora do memento da missa? Porque a Igreja dedicou um dia exclusivo à lembrança dos finados? Os mártires, a perseguição, os encontros e orações em catacumbas, cemitérios e áreas isoladas marcaram o início da vida eclesial de muitos cristãos.
Os mais antigos sacramentários romanos atestam o uso de missas pelos defuntos. Não sendo realizadas nos funerais (devido perseguições etc.), as celebrações funerárias aconteciam depois, como co-memoração. A essa prática estão vinculadas diretamente às missas de sétimo e trinta dias. Paralelamente surgiu o registro dos vivos e mortos a serem lembrados nas missas, como pratica-se ainda hoje em toda a Igreja.
Esse costume está bem documentado na época carolíngia (IX-X séculos). Isso tomou o lugar dos antigos dípticos, tabuinhas de cera onde figuravam os nomes dos doadores de oferendas. Esses registros eram chamados de livros da vida (Libri vitae) e, como foi dito, incluíam vivos e mortos. Depois, os mortos foram separados dos vivos nessas listas.
Desde o século VII (Irlanda), escreviam-se os nomes dos mortos em rolos que circulavam como informação entre monastérios e comunidades. Era também uma maneira de comunicar a morte de monges e membros das comunidades, num contexto carente de meios de informação, muito diferente dos dias de hoje. Dessa tradição surgiram as necrologias (lidas nos ofícios) e obituários (lembrando serviços fundados ou obras de misericórdia dos defuntos em suas datas). Passou-se claramente das menções globais aos nomes individuais.
Os libri memorialis carolingianos continham de 15.000 a 40.000 nomes a serem lembrados! As necrologias clunisianas (Abadia de Cluni na França) mencionavam de 40 a 50 nomes por dia! A lembrança litúrgica estava garantida duravelmente aos mortos nominalmente inscritos. Rapidamente, em toda a Igreja, o tempo da morte individual se impõe doravante nos registros mortuários.
Existe uma importante contribuição e originalidade clunisiana no cuidado devido aos mortos pela Igreja que corresponde aos anseios da comunidade e à visão de uma Igreja Peregrina em comunhão com a Igreja Transcedental ou Triunfante (comunhão dos santos). Entretanto, um certo caráter elitista marcava essa união dos vivos com os mortos, pois dizia respeito, em geral, aos grupos dirigentes. Por essas razões, a Igreja decidiu estender à totalidade dos mortos, de forma solene, uma vez por ano, essa atenção litúrgica.
No século XI, entre 1024 e 1033, Cluni instituiu a comemoração dos mortos no dia 2 de novembro, em contato com a festa de todos os santos. A Festa dos Mortos será rapidamente celebrada em todo mundo cristão e pagão. Ela surge como um vínculo suplementar entre vivos e mortos na prática da Igreja, destinada a todos. O próprio mundo profano, em geral, também vai aderir a essa prática. Trata-se hoje de um dos feriados mais universais. São cerca de 1000 anos de celebração de Finados pela fé na ressurreição!
Retirado de: http://leandrohubo.wordpress.com/2006/11/01/0211-dia-de-finados/












